terça-feira, 30 de setembro de 2014

1 Ano de Gestão


Há um ano, o 14º Plenário do Conselho Regional de Psicologia do Distrito Federal (CRP DF) assumia o compromisso de zelar pela oferta qualificada de serviços psicológicos nas localidades sob sua jurisdição.

Desde então, uma série de ações foram adotadas nesta autarquia com vistas ao aprimoramento de seu papel, sobretudo no que se refere à orientação dos profissionais e à aproximação com a sociedade e gestores públicos e privados.

Nos últimos 365 dias, o CRP DF investiu em uma nova postura institucional. Os projetos "Diálogos: PSI em foco" e "Roda de Conversa" trouxeram para a autarquia um movimento de psicólogas e psicólogos compromissados com o avanço da profissão.

As visitas institucionais retomadas por este Plenário aos órgãos dos Poderes Legislativo, Executivo e Judiciário têm ampliado os espaços de ocupação da Psicologia no Distrito Federal e hoje somos referência na construção de políticas públicas, nos posicionando por meio dos diversos conselhos de direito da região e articulando nossos profissionais em prol da garantia de direitos juntamente com a sociedade civil organizada.

Este primeiro ano de gestão foi marcado pelo estudo, pelo diálogo e pela reorganização dos processos. Mudamos nossa identidade visual, tornando-a mais moderna e orgânica, aperfeiçoamos nossos canais de comunicação e regularizamos uma série de procedimentos que comprometiam a atuação da autarquia.

Para os próximos anos, pretendemos avançar ainda mais no compromisso de somar e cuidar da profissão.

CONSELHO REGIONAL DE PSICOLOGIA DO DISTRITO FEDERAL - CRP-DF

domingo, 28 de setembro de 2014

Obituário – Terezinha Pinto da Cunha, 88 anos

Terezinha Pinto da Cunha

Conforme o Registro de Casamentos que pesquisei, durante uma das viagens que fiz com minha avó a sua cidade natal, ela nasceu em 5 de agosto de 1926, na então Vila de Santo Antônio do Itambé, município e comarca do Serro, Estado de Minas Gerais, com o nome de batismo de “Terezinha Duarte da Silva”.

Era filha de Joaquim Pinto da Cunha (lavrador, filho “ligítimo” de Guilherme Pinto da Cunha e de Dona Joanna Rodrigues de Souza) e de D. Amazildes Duarte da Silva (que se dedicava a “serviços de mestiços” na cidade e era filha “ligítima de D. Domingas Clementina da Silva, natural e residente do Arraial e Freguesia de Santo Antônio do Itambé do Serro”, e de José Matias, que não consta nos registros, provavelmente por ter sido um negro livre na sociedade escravocrata, porém foi nominado por minha vó Terezinha).

Casou-se em 28 de novembro de 1946, às cinco horas da tarde, “a portas abertas”, com meu avô Jonas Pinto da Cunha, nascido em 10 de janeiro de 1924, filho de Antônio Pinto da Cunha e D. Maria Lina da Silva.

Durante a construção de Brasília, meu avô, como outros candangos, migrou para esta cidade, e em 1964 enviou um cristal para minha vó, sinal de que ela e os sete filhos, incluindo minha mãe, a primogênita, já podiam embarcar no ônibus abarrotado para a Nova Capital, onde nasceram meus quatro tios mais novos. Meu avô morreu em 1986.

A casa da minha vó, primeiro feita de tábua e nos anos 90 de alvenaria, um raro terreno arborizado na Asa Norte, com frondosos guapuruvus, mangueiras, goiabeiras, bananeiras e limoeiros, de frente para a Universidade de Brasília (onde caçávamos e comíamos tatus com meus tios, e colhíamos cascas de barbatimão e talos de babosa com minhas tias), acolheu a nossa jovem geração de dezenas de primos/netos e bisnetos e compôs parte fundamental de quem somos, com seu aconchego de cachorros, galinhas (inclusive de Angola), e eventualmente coelhos.

Mais que saudades, Terezinha Pinto da Cunha, falecida em 25 de setembro de 2014, quinta-feira, deixa aos seus descendentes uma lição ancestral, de apreço pelas nossas raízes e de amor por liberdade.

Jaqueline Gomes de Jesus
Neta

*

quinta-feira, 25 de setembro de 2014

Minha Vó Terezinha


Há algumas horas soube do falecimento de minha Vó Terezinha, meu grande elo vivo com meus ancestrais, nossa matriarca.

Daqui deste apartamento na rua Felipe de Oliveira, em Copacabana, choro pela sua partida, porém estou consciente de que ela não mais sofre, acolhida que está nos corações e memórias de nós que tanto a amamos.

Estou resignada por ter conseguido, ao longo destes anos, expressar de diferentes maneiras meus sentimentos por ela, e nestes momentos finais, poder alimentá-la, acarinhá-la, receber sua "bença" e lhe dizer, mais uma vez, o quanto a amo.

Penso na sua caminhada até Brasília, desde a mineirinha Santo Antônio do Itambé (cidade natal dela, de minha mãe, de minha família materna, centenária família de mulatos, como meus tataravós foram nomeados na sua certidão de casamento), para dar seu sangue, suor e muito trabalho pelo sonho de um Brasil.

Seguimos lutando, em frentes diversas, aquém aos poderes instituídos, inspirados que somos por gente humilde e amada como minha vozinha Terezinha Pinto da Cunha, agora ladeada por minha mãe, Maria Marly da Cunha Gomes, meu vô Jonas Pinto da Cunha, e meu tio Marcelo, seja no Orum, no Céu, no Nirvana ou em nossas mentes.


OBRIGADA POR TUDO, MINHA VÓ!!!


Zum, zum, zum, lá no meio do mar...

Como pode um peixe vivo
Viver fora da água fria?
Como pode um peixe vivo
Viver fora da água fria?

Como poderei viver
Como poderei viver
Sem a tua, sem a tua
Sem a tua companhia?
Sem a tua, sem a tua
Sem a tua companhia...

Zum, zum, zum...

*

segunda-feira, 22 de setembro de 2014

Medo Como Campanha


Assistindo à entrevista com a candidata à reeleição, Dilma Rousseff, esta manhã no programa televisivo Bom Dia Brasil, mobilizou-me profundamente sua prática, evidente nesta campanha à presidência da República, de instilar o medo por meio de seu discurso, direcionado unicamente à candidata Marina Silva.

Que os publicitários e ideólogos da campanha petista se utilizem do medo, para se contraporem à esperança, é uma triste ironia sobre a qual não me vale a pena demorar.

Pois bem, ouvi falas em quase nada propositivas, limitadas a retrospecções inexatas e transmitindo informações ameaçadoras, de cunho meramente afetivo, que apontam para os riscos "da outra".

À estratégia política aí vigente cabe uma análise psicossocial: a Psicologia dispõe de dados relevantes de pesquisas acerca da tendência de se conferir exatidão a afirmações que nos soam familiares, mesmo que sejam falsas.

A repetição é um fator fundamental para a aprendizagem. Já se tornou clichê repetir a frase atribuída a Paul Joseph Goebbels, ministro da propaganda nazista, de que "uma mentira contada mil vezes, torna-se uma verdade". Nem é preciso repetir tanto. Em termos experimentais, é válido afirmar que uma opinião repetida 10 vezes por alguém tem a capacidade de levar seu ouvinte a supor que ela é tão amplamente aceita socialmente quanto se fosse expressa por dez pessoas diferentes.

Desde o início desta campanha eleitoral temos testemunhado a utilização reiterada dessa estratégia, por determinados agentes partidários e seus avatares nas redes sociais, a fim de propagarem, por exemplo, que o candidato Aécio Neves seria usuário de drogas.

À última pessoa que me afirmou isso eu indaguei: "Como você sabe disso? Você conhece ele"? Claro que a resposta foi negativa, então questionei-a porque disse aquilo com tamanha certeza (ou arrogância de verdade): "Porque muita gente na internet diz"...

"Pois é, querido, quem garante que isso é verdade, só porque muita gente diz? Não repita só porque lhe passaram esse dado". Lamentável que adultos bem informados ainda se permitam tais manipulações...

Quanto à candidata Marina, alvo mais recente das fofocas e falácias, além do que comentei no início do artigo, incomoda-me terrivelmente não apenas as "certezas" verbalizadas de que ela "é" fundamentalista, mas principalmente a correlação duvidosa entre suas crenças religiosas e seu posicionamento político (evangélica, logo, preconceituosa/contra os direitos humanos).

Após tantos presidentes católicos neste país, e alguns que se afirmaram ateus mas tiveram posicionamentos favoráveis a determinadas entidades religiosas, para as quais "feliz é a nação cujo deus é o Senhor", é preocupante que se faça esse tipo de conclusão estereotipada quanto à religiosidade de um dirigente.

Neste ano eleitoral, o medo é a campanha com maior financiamento e com o apoio das maiores coligações, e não as propostas. Que esteja funcionando, não surpreende. Necessário é que, a bem da decisão informada dos eleitores, quando às urnas, que os argumentos sejam bem fundamentados, em dados verificáveis, e não em comentários e imagens reproduzidas na internet, e compartilhados com comentários jocosos ou agressivos.

domingo, 21 de setembro de 2014

Psicologia dos Movimentos Sociais na UERJ


Está confirmada a minha palestra sobre Psicologia dos Movimentos Sociais, durante a X Semana de Psicologia da Universidade do Estado do Rio de Janeiro - UERJ. Ela se dará na quinta-feira, dia 9/10/2014, às 16 horas.

Tema:
Protestos, expressos na forma de marchas, paradas ou ocupações, demarcam políticas identitárias, sejam elas pelo direito aos próprios corpos (Marcha das Vadias), das trabalhadoras do campo (Marcha das Margaridas), da população negra (Marcha Zumbi), de lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais (Paradas do Orgulho LGBT), de grupos religiosos (Marcha para Jesus) ou pela liberalização do uso de drogas (Marcha da Maconha), entre outros. Ações coletivas tão diversas e cada vez mais visíveis têm como elemento em comum o fato de serem ritos, formas de comunicação simbólica que fortalecem identidades sociais degradadas (estigma) e/ou que promovem ideologias de determinados grupos sociais. A presente palestra visa a apresentar olhares e métodos da Psicologia Social frente aos movimentos sociais, identificando e detalhando fatores psicossociais envolvidos nas mobilizações sociais: o sentimento de injustiça, a eficácia de grupo, a identidade social e a afetividade.

Leitura recomendada:
Jesus, J. G. (2012). Psicologia social e movimentos sociais: uma revisão contextualizada. Psicologia e Saber Social, 1(2), 163-186. Disponível em: http://www.e-publicacoes.uerj.br/index.php/psi-sabersocial/article/view/4897/3620

Maiores informações sobre o evento aqui e aqui. O tema desta edição é Para além dos Muros Cinzas. As Diferentes Perspectivas da Psicologia.

Atenção Integral à Saúde de Pessoas Intersexo

ATENÇÃO INTEGRAL À SAÚDE DE PESSOAS INTERSEXO
A Psicologia na rede de atenção intersetorial

Data: 22 de setembro de 2014, segunda-feira
Horário: 19h às 22h
Local: auditório do Conselho Regional de Psicologia do Distrito Federal - CRP-DF
SRTVN, Quadra 701, Ed. Brasilia Rádio Center - Ala A - Sala 4024
Tel.: (61) 3030-1010


sexta-feira, 12 de setembro de 2014

6º Congresso Internacional de Saúde Mental no Trabalho


De 21 a 23 de outubro, no Oliveira's Place, em Goiânia/GO.
Acesse http://www.6cismt.com.br para maiores informações.

quinta-feira, 11 de setembro de 2014

Curso Diversidade no Trabalho: Reflexões na Universidade


Curso aberto a servidores docentes e técnico-administrativos da Universidade Federal do Rio de Janeiro.

Período de realização: 22/09 a 31/10/2014
Dias e horários: 2ª, 4ª e 6ª, das 15h às 17h.
Carga Horária Total: 34 horas.

Inscrições até 18 de setembro, quinta-feira.

segunda-feira, 8 de setembro de 2014

Call for Memos Proposals: Psychological Science and Policy


CALL FOR PROPOSALS:  SPECIAL SERIES ON PSYCHOLOGICAL SCIENCE AND POLICY

The Council of Economic Advisers to the President of the United States is “charged with offering the President objective economic advice on the formulation of both domestic and international economic policy” and “bases its recommendations and analysis on economic research and empirical evidence, using the best data available to support the President in setting our nation's economic policy.”

Imagine serving on a new “Council of Psychological Advisers” on which you had the chance to send memos to the President offering insights from the best research in psychological science to help solve specific, pressing problems facing society.

Perspectives on Psychological Science is planning a special series of memos by the Council of Psychological Advisers to the President. This is an open call inviting authors to pair a societal problem with a psychological “solution” to make a succinct point about how psychological science can inform policy.

Examples might include (but are not limited to):
-- Climate change and affective forecasting
-- Inequality and status/hierarchy
-- Obesity and self-control
-- Water conservation and intertemporal choice

To submit a proposal for consideration for this special series, submit an abstract (250 words maximum) that outlines the central thesis and arguments by September 26, 2014.

Submissions can be made through the journal’s standard web portal entrance (http://mc.manuscriptcentral.com/pps). Please indicate that the submission is for the “Council of Psychological Advisers” series.

We will select approximately 10 abstracts and invite these authors to submit a full piece. The final pieces will be brief (1000-1500 words maximum) and can even use bullet points. (Think of these as actual brief memos – the goal is to make them short, punchy, and accessible.)

Abstracts are due by September 26, 2014, and you will be notified approximately two weeks later if you are invited for a full submission. The completed piece will be due by December 1, 2014. (Note that this is a hard deadline because all memos will be published in the same issue.)

A few tips to keep in mind: the memos should be based on reliable, established findings, be written from a nonpartisan view, and be pitched for a broad audience of both academics and policymakers (not colleagues in your subfield).

Please direct questions to Bethany Teachman (bat5x@virginia.edu) and Michael Norton (mnorton@hbs.edu), co-editors of the series.

Metodologias e Analíticas Qualitativas em Pesquisa Organizacional


METODOLOGIAS E ANALÍTICAS QUALITATIVAS EM PESQUISA ORGANIZACIONAL
Organizador: Eloisio Moulin de Souza
Editora: EDUFES
Disponível em http://repositorio.ufes.br/bitstream/10/939/1/Versao%20digital%20livro%20edufes%20metodologias%20e%20analiticas%20qualitativas.pdf.pdf

Sumário

A ANÁLISE DO DISCURSO EM ESTUDOS ORGANIZACIONAIS
Mariana Mayumi Pereira de Souza
Alexandre de Pádua Carrieri

CONSIDERAÇÕES SOBRE A PESQUISA EM HISTÓRIA DE VIDA
Vanessa Andrade de Barros
Fernanda Tarabal Lopes

MÉTODO ETNOGRÁFICO: DA ETNOGRAFIA CLÁSSICA ÀS PESQUISAS CONTEMPORÂNEAS
Neusa Rolita Cavedon

CIÊNCIA E POLÍTICA NA OBRA DE PIERRE BOURDIEU
Maria Ceci Misoczky

AS DIMENSÕES TEÓRICA E METODOLÓGICA DO GRUPO FOCAL NO CONTEXTO DA PESQUISA QUALITATIVA
Annor da Silva Júnior
Priscilla de Oliveira Martins da Silva
José Marcos Carvalho de Mesquita

PESQUISAS SOBRE SUBJETIVIDADE NOS ESTUDOS ORGANIZACIONAIS: COMPLEXIDADE E DESAFIOS DE UM ENFOQUE HISTÓRICO-CULTURAL
Márcia Prezotti Palassi
Ana Paula Paes de Paula

A TEORIA DAS REPRESENTAÇÕES SOCIAIS NOS ESTUDOS ORGANIZACIONAIS
Alfredo Rodrigues Leite da Silva
Alexandre de Pádua Carrieri

CARTOGRAFIA E GENEALOGIA: MOVIMENTOS, PROCESSOS E DEVIRES
Eloisio Moulin de Souza
Susane Petinelli Souza

A ANÁLISE DE CONTEÚDO E A PESQUISA EMPÍRICA QUALITATIVA
Antonia Colbari

ERGOLOGIA: UMA PERSPECTIVA ANALÍTICA PARA O TRABALHO HUMANO
Mônica de Fatima Bianco

domingo, 7 de setembro de 2014

Conjuntura Política: Estado e Políticas Queer


Socializando o honroso convite, que aceitei, para compor mesa durante a Semana de Gênero e Sexualidade - Interseccionalidades em Transe, a ser realizada na Universidade Federal de Viçosa pelo Grupo de Diversidade Sexual Primavera Nos Dentes:

Primavera Nos Dentes
Composição: João Ricardo/João Apolinário

Quem tem consciência para ter coragem
Quem tem a força de saber que existe
E no centro da própria engrenagem
Inventa a contra mola que resiste
Quem não vacila mesmo derrotado
Quem já perdido nunca desespera
E envolto em tempestade decepado
Entre os dentes segura a primavera



III Jornada de Prevenção do Suicídio do DF


sábado, 6 de setembro de 2014

Lançamento em Moçambique: O Que é Saúde Mental


Estou profundamente honrada por ver uma obra, na qual sou autora, ser lançada na África, com a apresentação, contextualização e comentários de pessoas tão queridas e admiradas!

Bons ventos neste nosso trabalho pan-africanista na diáspora negra! Axé!

I Simpósio de Estudos de Gênero e Diversidade Sexual: Identidade, Corpo e Política


I Simpósio de Estudos de Gênero e Diversidade Sexual
IV Semana do Orgulho LGBT da UFSCar Sorocaba

Local: UFSCar Sorocaba
Data: 6 a 9 de outubro de 2014
Participação e submissão gratuitas.
Envio de artigos ou pôsteres até 26 de setembro.
Contato: simposioegds@gmail.com

NORMAS PARA SUBMISSÃO DE TRABALHOS
- Comunicação oral ou Poster
Objetivo: apresentar pesquisas ou relatos de experiências educativas, artísticas ou políticas.
• O resumo deve apresentar, com no mínimo 1.500 e no máximo 2000 caracteres (incluindo espaços), uma síntese dos principais objetivos, argumentos, conceitos, métodos e resultados.
• Deverá conter três palavras-chave
• O resumo deverá ser enviado no formulário de inscrição abaixo.
• Não serão aceitos trabalhos enviados após 26 de setembro de 2014.

OBS: Deverá indicar na inscrição qual a modalidade de apresentação. Cada proponente poderá submeter até dois trabalhos no evento.

Cadastro e submissão: https://docs.google.com/forms/d/1aF_mdIZnnwMSiOX-e3RkONn2-UI2krUQzRtO1uDfOV0/viewform

sexta-feira, 5 de setembro de 2014

Psicologia e Saber Social - Chamada Especial de Artigos: Eleições Presidenciais no Brasil


Dando continuidade à proposta de maior interatividade acadêmica, a Revista Psicologia e Saber Socialwww.psi-sabersocial.uerj.br – abre as páginas virtuais do seu próximo número a análises psicossociais a propósito das “Eleições Presidenciais no Brasil”.

A Revista se propõe a publicar, numa seção especial, breves ensaios ou estudos empíricos sobre quaisquer aspectos psicossociais relativos ao desenrolar das eleições que seus Autores/Leitores produzam. A seleção dos textos levará em conta a efetiva utilização de conceitos e proposições teóricas próprios da psicologia social, além da qualidade da redação (clareza e correções ortográfica e gramatical).

As contribuições deverão ser enviadas, através do e-mail psi.saber.soc@gmail.com, com o assunto “Eleições no Brasil”, até o dia 07 de novembro de 2014. Além dos textos, com uma extensão média de 2.000 palavras (digitados na fonte Calibri 12, com espaçamento entre linhas de “exatamente 15”), devem ser informados os nomes completos dos autores e suas respectivas vinculações institucionais, bem como um e-mail para contato por parte da Revista e dos Leitores.

O texto também deve incluir:
-Título do artigo em português e inglês;
-Resumo em português e em inglês com no máximo 200 palavras cada;
-Palavras-chave em português e em inglês - em número de 5 – que devem ser inseridas após os respectivos resumos.

Call for Chapter Proposals: Sexual Orientation and Transgender Issues in Organizations


Sexual Orientation and Transgender Issues in Organizations
– Global Perspectives on LGBT Workforce Diversity

Editor: Thomas Köllen (Vienna University of Economics and Business)
Book publisher: Springer (www.springer.com)
Each chapter will be assigned a unique DOI name. Publication is anticipated for early spring 2016.

Over the last decade workforce diversity has attracted much scientific attention. Given the shortage of literature on issues related to homosexual, bisexual and transgender employees, compared with other facets of workforce diversity, this book aims at opening up new perspectives on this issue. Emphasis is placed on the equal consideration of gay, lesbian, bisexual, and transgender issues. In management practice many organizations use the term LGBT to designate the target group of organizational practices (e.g. diversity management), although, in reality, these usually only aim at lesbian and gay employees. As transgenderism is not related to a certain sexual orientation, subsuming this phenomenon into one umbrella term, together with different sexual orientations, marginalizes the unique stressors transgender employees have to face. Unique experiences of transgender employees, for example, can appear before, within, and after transitioning. In this context, this book encourages researchers to submit contributions that broaden the understanding of both issues related to employees’ sexual orientation (such as being bisexual, lesbian, gay, and also being heterosexual), and/or issues that are specifically related to transgender employees.

Contributions should provide deeper insights into the differing experiences of the whole spectrum of LGBT employees in the workplace in different national and occupational contexts. Furthermore, contributions are welcome that offer contextualized insights for evaluating and conceptualizing organizational initiatives aiming at a higher level of inclusion for LGBT employees. Theoretical or conceptual contributions on these issues are appreciated as well. In order to broaden the predominantly Anglo-American perspective on LGBT workforce diversity, contributions reflecting the situations in African, Asian, Continental European, or South and Central American countries are strongly encouraged; however contributions from all nations will be very warmly welcomed.

Chapters proposed may address (but are not limited to) one or more aspects or sub-aspects of the following topics. Chapters that address other aspects of LGBT workforce diversity are welcome as well.

1.       LGBT workplace issues: employees’ perspective
 (e.g. stressors, experiences of discrimination/micro-aggressions/support, identity management /disclosure decisions, career paths, barriers, intersectional perspectives, etc.) – different occupational or national contexts
a.       Gendered perspectives on lesbian and/or gay employees
b.      Homosexual employees (joint perspectives)
c.       Bisexual employees
d.      Transgender employees
e.      LGBT employees (joint perspectives)
f.        Issues related to LGBT supervisors or entrepreneurs

2.       LGBT workplace issues: organizational perspective (in different occupational or national contexts)
a.   (Diversity) management initiatives aimed at homosexual and/or bisexual and/or transgender      employees (best practice, conceptualization, evaluation)
b.   Organizational working climates for homosexual, bisexual and/or transgender employees (layers, conceptualizing measurement, etc.)

3.       Theoretical approaches
a.       The relation of L, G, B, and T within organizational LGBT discourses and practices
b.      Comparative works on the legal situation of, L, G, B, and/or T employees in different countries (e.g. anti-discrimination legislation)
c.    Theoretical perspectives on L, G, B, and/or T workplace issues (e.g. queer theory, postmodern approaches, psychological and/or intersectional approaches, business case vs. moral case, etc.)

Contributions that deal with these and related issues from a variety of perspectives are warmly welcomed. Chapters may take a range of forms, may be empirically based or conceptual, may focus on different levels of analysis, and may be based on quantitative and qualitative approaches.

Submission Guidelines

·         Book chapter proposals received: November 10, 2014
·         Notification of accepted chapter proposals: December 5, 2014
·         Receipt of full book chapters: April 1, 2015 (Earlier submissions are welcome).
·         Review book chapters and revision feedback: May 10, 2015
·         Receipt by editor of final draft of book chapters: July 1, 2015
·         Anticipated publication:  Spring 2016

Length:                                Chapter proposals should not exceed 500 words. Book chapters should not exceed 6,000 words including figures, tables and graphs.
Format of citations:            Harvard Reference Style (detailed information will be provided after proposal acceptance)
Language/Spelling:             American English

Please submit your chapter proposal by Microsoft Word email attachment no later than November 10, 2014. Please note that submitting authors whose proposals are accepted, may be asked later to anonymously provide constructive feedback on one other chapter. Please note also that authors will be primarily responsible for correct spelling and grammar within their own chapters, and that the use of a native English-speaking proof-reader is strongly urged prior to the final draft stage.

Please send proposals and inquiries to:

Dr. Thomas Köllen
Assistant Professor
Institute for Gender and Diversity in Organizations
Department of Management
Vienna University of Economics and Business / WU Wien
A-1020 Vienna, Welthandelsplatz 1, Building D2, Entrance B
Tel:   +43 1 31 336 – 5184,  Fax:  +43 1 31 336 – 90 5184
thomas.koellen@wu.ac.at

segunda-feira, 1 de setembro de 2014

I Congresso de Diversidade Sexual e de Gênero da UFMG



Na quarta-feira, 03 de setembro, às 11 horas, participo da mesa redonda Epistemologias Feministas e Queer, durante o I Congresso de Diversidade Sexual e de Gênero da Faculdade de Direito e Ciências do Estado da Universidade Federal de Minas Gerais - UFMG.

Estarei nessa mesa com a amiga viviane v. e a psicóloga Tayane Lino.

Maiores informações em http://congressodsg.wordpress.com