terça-feira, 6 de junho de 2017

Símbolo das pessoas Cis Aliadas de pessoas Trans

Autoria: Transgender Graphics. 26 de junho de 2014.

Para quem não sabe, Cis, ou Cisgênero, é toda pessoa que não é Trans, ou Transgênero.
Ou seja, denomina-se Cis a pessoa que se identifica com o gênero
que lhe foi atribuído ao nascimento.
Ao contrário da pessoa trans, que não se identifica com esse gênero atribuído.

terça-feira, 30 de maio de 2017

#Esefosse com Você?

Nesta quarta-feira participarei de evento do UNAIDS que objetiva promover diálogos questionadores sobre responsabilidade social, o papel de cada um e sobre como iremos conseguir frear as novas infecções pelo HIV:

sábado, 27 de maio de 2017

Conferência de Encerramento do Curso "Feministas nas Trincheiras da Resistência"

 Margarida Pressburger (Foto: Pablo Vergara).
 
O Curso de Extensão "Feministas nas Trincheiras da Resistência", do Instituto Federal do Rio de Janeiro - IFRJ Campus Belford Roxo, coordenado pela Profa. Dra. Jaqueline Gomes de Jesus, convida todas e todos para a Conferência de Encerramento desta sua primeira edição, com o tema:

Feministas que enfrentaram a ditadura civil-militar de 1964

Conferencista: Margarida Pressburger
Data: 31 de maio, quarta-feira, das 17h às 19h.
Local: IFRJ Campus Belford Roxo, Av. Joaquim da Costa Lima, 2971, Belford Roxo/RJ

Quem é Margarida Pressburger?
Membro do Alto Comissariado de Direitos Humanos das Nações Unidas (ONU), foi representante do Brasil no Subcomitê de Prevenção à Tortura das Nações Unidas, presidente da Comissão de Direitos Humanos do Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), subsecretária de Políticas para Mulheres do Estado do Rio de Janeiro e presidente do Conselho Estadual da Mulher.

Telefone: (21) 3293-6078
Site: http://www.facebook.com/cursofeministas

domingo, 14 de maio de 2017

Sobre o 13 de maio:

Indico a leitura do meu artigo OLIVEIRA SILVEIRA NA UNB: MEMÓRIA COLETIVA E POLÍTICAS DE INCLUSÃO RACIAL, publicado em 2014 na Revista da Associação Brasileira de Pesquisadores Negros - ABPN.

Nele, eu discuto a construção da memória coletiva do 20 de novembro, Dia Nacional da Consciência Negra, e proponho uma reflexão mais estratégica sobre a importância de nos apropriarmos do 13 de maio, como um momento para retomar o protagonismo negro para a abolição da escravatura:
http://abpn.org.br/revista/index.php/revistaabpn1/article/view/112/109



segunda-feira, 1 de maio de 2017

O Livro Sem Título - Trecho

Vou transcrever um trecho do livro de poesia que publiquei em 2002. Espero que gostem, ele não existe digitalmente:

"VERSÍCULO ONZE
Devo escrever um poema.
No momento, no limite entre a vigília e o sono
Me perco, por isso os olhos generosos
Regam minha camisa branca com um choro lerdo,
Sonolento. Mexo unicamente os dedos,
Para escrever estes versos que sonham o que já se foi:
Ilusões perdidas, ilusões-fundamento-da-vida, mitologias.

VERSÍCULO DOZE
Vagas memórias lendárias,
Profundo sono da consciência.
Virá o dia em que acordarei.
Agora, no livro novo de minha vida,
O passado é personagem principal:
Uma lenda,
Um velho causo que esqueci,
Contado por minha avó.
Recordações de um amor verdadeiro
Furtadas pelo tempo malicioso.
                               *
Forçosamente consigo relembrar
Um falso romance.
Descubro que
                      O portal do coração
Tem um cadeado pesadíssimo!
Poemas de amor feitos de raios de luz
E da lua cheia se dissolvendo em nuvens de seda
Não explicam todas as coisas do amor,
Mesmo quando o som que os anima
É o de uma brisa mágica
Em um lugar há anos desejado.
Alguém certamente espera por alguém
Nesse local místico, tão próximo
Que é possível sentir a pessoa respirar
Próximo ao nosso pescoço,
Causando um tremor secreto.
                               *
Aquela mesma lua, dissolvida e dissolvente
De mim, baila no céu com vestido preto
Radiante de estrelas,
Cobrindo-nos com sua roupa de gala,
Convidando-nos para a festa da noite;
E nos aguarda. Basta você perceber.
                               *
"O que há para se perceber"? Pergunta-me
Você. Nem eu sei a resposta.
                               *
Decida-se, e a cadeia,
Que era destino,
Cairá...
           ...Com as memórias do tempo...
                                                              ...Perdido...
                            ...No labirinto de você.
                               *
Nesse labirinto, presságios o conduzirão,
Intuições, búzios, tarô
Transformados em ciência.
Confusa mandala de um não-sei-
                                                     mundo-para-lá-deste
Convidar-te-á para "dar uma volta"
Nos caminhos aquém dos seus.
                               *
O futuro é um caminho em minha mente.
A memória é uma lágrima do pensamento.
O amor é um buraco negro
No qual o mundo velho é desintegrado
Para reintegrar-se em um mundo novo.
                               *
Por favor, alivia minhas dúvidas
E apazígua meus temores,
Nem que seja com inverdades
Nas quais você piamente acredita,
Tanto que morre de amores por elas.
                               *
A escuridão da ignorância é cada vez mais pro-
funda
Em mim.
Liga a luz de seus olhos e ilumina a estrada
Pela qual trafegaremos.
Caso você me deixe só,
As batidas de meu coração sobressaltado
E o sussurro do vento,
Ouvirei".

JESUS, J.G. (2002). O Livro Sem Título. In: Terceiro Livro (pp. 51-54). Brasília: Thesaurus.

domingo, 23 de abril de 2017

GISBERTA, com Luis Lobianco


Assisti, com amigos (por intermédio de Júlio Moreira, do Grupo Arco-Íris), a peça GISBERTA, estrelada por Luís Lobianco e escrita por Rafael Souza-Ribeiro, em cartaz no CCBB Rio.

Eu tinha um temor prévio, e o confessei a Lobianco, por imaginar que aquela sobre a qual se falava, Gisberta Salce Júnior (mulher trans brasileira assassinada em Portugal, em 2006), seria interpretada por um homem cis (cis é toda pessoa que não é trans).

O que testemunhei foi um espetáculo de extraordinária sensibilidade. Texto, interpretação e ambientação impecáveis. A música presente, ao longo de toda a história, está imbricada na própria vida daquela sobre a qual se fala.

Comentei com Lobianco sobre como sua belíssima atuação (profundamente respeitosa), foi sensível, primorosa: sob uma longa túnica bege que me remetia - curiosamente - aos antigos romanos nas cerimônias fúnebres, e aos medicantes, ele falou de Gisberta a partir das vozes daqueles que a cercavam e dos silêncios de sua existência luminosa, apagada - após longa tortura - no fundo de um poço triangular...

É uma peça para tocar o público e estimulá-lo a ver as vidas das pessoas trans como vidas humanas, ao invés de as invisibilizar, como se costuma fazer; para mostrar, aos que assistem, o cotidiano de uma mulher trans, que sistematicamente tem sua mulheridade questionada.

O martírio de Gisberta se repete centenas de vezes todo ano, em sua nação de origem: o Brasil é o país no qual mais se matam pessoas trans no mundo. Aqui, 90% das mulheres trans e travestis só encontram trabalho na prostituição. Que outro grupo social está tão concentrado em apenas uma ocupação? Apesar disso, pouco se fala de transfobia (preconceito e discriminação contra pessoas trans) por estas terras.

Estou muito grata pelo que pude ver, ouvir e sentir, e espero que muitas outras pessoas possam ser tocadas pela mensagem deste espetáculo precioso, que defende a vida e a felicidade, contra o ódio e a ignorância.

#gisberta

sábado, 8 de abril de 2017

Livro "Feminicídio #InvisibilidadeMata"

O Instituto Patrícia Galvão e a Fundação Rosa Luxemburgo lançaram semana passada, em São Paulo, o livro "Feminicídio #InvisibilidadeMata", do qual sou uma das autoras.

Apresentando resultados de pesquisas que vêm sendo desenvolvidas há anos, essa é uma importante publicação, que terá repercussão internacional, sobre as características dos feminicídios no Brasil, sua denúncia (somos o quinto país que mais mata mulheres, de forma geral, e particularmente o que mais mata mulheres trans no mundo), e a urgência do enfrentamento às violências contra as mulheres.

Buscando ampliar este debate urgente e necessário, o livro foi liberado para download, na íntegra, por meio destes links:

Livro "Feminicídio #InvisibilidadeMata" (em pdf/alta resolução): http://agenciapatriciagalvao.org.br/wp-content/uploads/2017/03/LivroFeminicidio_InvisibilidadeMata.pdf

Livro "Feminicídio #InvisibilidadeMata" (em pdf/tamanho reduzido): http://agenciapatriciagalvao.org.br/wp-content/uploads/2017/04/LivroFeminicidio_InvisibilidadeMata_red.pdf

Abraços,

Profa. Dra. Jaqueline Gomes de Jesus

terça-feira, 4 de abril de 2017

Dia Mundial da Saúde - Organização Pan-Americana da Saúde

Dia Mundial da Saúde - Organização Pan-Americana da Saúde, 3 de abril de 2017
Profa. Dra. Jaqueline Gomes de Jesus (IFRJ) - Depressão e Racismo
Fotos: Alejandro Zambrana




Aula Inaugural: Vamos Brincar de Saúde?

Hoje, às 15 horas, ministrarei a Aula Inaugural deste semestre letivo no Instituto Federal do Rio de Janeiro - IFRJ Campus Realengo!

Segue um gostinho do que preparei para os estudantes, professores, técnicos e demais integrantes da comunidade:


quinta-feira, 30 de março de 2017

Eu Marcho Porque

Vídeo realizado a pedido da Revista Cláudia, para participação em transmissão online sobre o Dia Internacional das Mulheres, em que eu falo sobre por que eu marcho nessa data!


Gravação feita por Raphael Argento de Souza, com o apoio de Fábio Soares da Silva.

domingo, 19 de março de 2017

Inimigo Oculto

Peça itinerante sobre violência doméstica:
www.facebook.com/inimigoocultoteatro

#espetaculoinimigooculto #ciaciclus #violenciadomestica #violenciacontraamulher #relacionamentosabusivos #transfobia #visibilidadetrans #igualdadedegenero #teatro


sábado, 18 de março de 2017

Curso de extensão "Formação em Direitos Humanos para o Atendimento ao Público"

Ministrado por servidoras da Universidade Federal do Rio de Janeiro - UFRJ e esta professora do Instituto Federal do Rio de Janeiro - IFRJ que vos escreve.

Objetivo geral: aproximar trabalhadores que estejam diretamente relacionados ao atendimento ao público nos serviços de saúde, educação, assistência social e organizações não governamentais, sindicais, comunitárias e outros.

Público-alvo: agentes comunitários de saúde, assistência social, educação e demais trabalhadores, estudantes e interessados.




sexta-feira, 17 de março de 2017

Cotas para Negras e Negros

Hoje falei, aos integrantes da Comissão de Verificação da Autodeclaração de servidores da Universidade Federal do Rio de Janeiro - UFRJ, sobre a minha experiência na Comissão Julgadora do histórico Sistema de Cotas para Negras e Negros da Universidade de Brasília - UnB!






quarta-feira, 15 de março de 2017

Corpo: Artigo Indefinido


É fundamental que uma empresa de comunicação e entretenimento, como a Globo, preocupe-se cada vez mais com a formação de seus profissionais para a valorização da diversidade humana. Aplausos!

Infelizmente a querida Djamila Ribeiro não poderá mais participar da mesa comigo.

Para além desse dia de atividades, as ações de cunho educacional em gênero prosseguem no dia seguinte, com Helena Vieira e Priscilla Bertucci, entre outros especialistas.

Esta ação é interna, restrita aos profissionais criativos e convidados da organização.

domingo, 12 de março de 2017

Menino 23 em Brasília

Em Brasília, o documentário "Menino 23" será exibido:

No Conselho Federal da OAB, dia 13 de março, às 14h;
No Teatro dos Bancários, dia 13 de março, às 19h; e
No Auditório do Bloco C do Instituto Federal de Brasília - IFB, na Asa Norte, às 19h do dia 14 de março.

O documentário trata de um caso de escravidão de crianças negras órfãs, em uma fazenda brasileira, durante o Estado Novo, a partir do depoimento do "Menino 23", uma das crianças escravizadas sobreviventes.

As exibições são gratuitas e serão seguidas de debate com a presença da produtora do filme, Rossana Giesteira; do Presidente da Comissão Nacional para a Verdade sobre a Escravidão, Humberto Adami; e da Professora Jaqueline Gomes de Jesus, do Instituto Federal do Rio de Janeiro. 

Para a exibição no IFB, inscreva-se aqui e assine a lista de presença, no dia do evento, para receber seu certificado de participação:
https://docs.google.com/a/etfbsb.edu.br/forms/d/e/1FAIpQLSe1cUE2DSx8JALjqu28whh7cWU4fR-cD8VYjsTmX-ml_LWNew/viewform?c=0&w=1



quarta-feira, 8 de março de 2017

Medalha Chiquinha Gonzaga para Jaqueline Gomes de Jesus

Estão todas(os) convidadas(os)!
Será neste 8 de março, quarta-feira, às 18 horas!



terça-feira, 7 de março de 2017

Candidatas selecionadas para o Curso de Extensão "Feministas nas Trincheiras da Resistência"

1. Aline de Oliveira Braga
2. Aline dos Santos Silva
3. Ana Clara Aguis da Roza
4. Ana Paula Pereira do Nascimento
5. Andrea Lugo Nectoux
6. Andrea Luísa Souza Pandin
7. Carla Augusta da Silva de lima
8. Carla Fernanda de Oliveira Silva
9. Cristina Medeiros Reis
10. Daiana Roberta Silva Gomes
11. Debora Paula de Oliveira
12. Fabiana Mendes Folly
13. Fabiana Souza Azeredo
14. Fabrinny Gonçalves Gomes Santos
15. Flávia Diniz dos Santos
16. Gabriele Lacerda Oliveira
17. Gisele Machado Vieira do Nascimento
18. Lidiane de Melo Costa
19. Lilian de Paula
20. Maria Alice Sarmento Jarcem
21. Nilzete Ramos dos Santos
22. Noêmia Maristela Farias da Silva
23. Priscila Fernandes da Silva
24. Priscila Vasconcelos Lins
25. Renata de Souza Silva
26. Rhayane Mirandela de Andrade da Rocha
27. Rugeanne Abreu da Conceição
28. Silene Orlando Ribeiro
29. Simone Souza Martins
30. Simone Vilela Aragão

AULA INAUGURAL:
8 de março, 4ª feira, às 18 horas, na Câmara Municipal do Rio de Janeiro (Cinelândia) - Entrega da Medalha Chiquinha Gonzaga (Cheguem com antecedência, a lotação é limitada).

Atenciosamente,

Profa. Dra. Jaqueline Gomes de Jesus
Instituto Federal do Rio de Janeiro - IFRJ

sábado, 4 de março de 2017

Medalha Chiquinha Gonzaga para Jaqueline Gomes de Jesus

Receberei a Medalha Chiquinha Gonzaga em 8 de março, Dia Internacional das Mulheres, às 18 horas.
Você está convidada(o)! 
http://tinyurl.com/jatdk5n


sexta-feira, 3 de março de 2017

Medalha Chiquinha Gonzaga para Jaqueline Gomes de Jesus

Com muito orgulho informo que fui agraciada com a MEDALHA CHIQUINHA GONZAGA, por indicação da maravilhosa Vereadora Marielle Franco!

A Medalha de Reconhecimento Chiquinha Gonzaga é conferida, pela Câmara Municipal do Rio de Janeiro, a mulheres que reconhecidamente tenham se destacado em prol das causas democráticas, humanitárias, artísticas e culturais.

Todas e todos estão convidadas/os para a Cerimônia de Entrega, que ocorrerá em 8 de março, Dia Internacional das Mulheres, às 18 horas!

O evento será aberto ao público. Recomendo que cheguem cedo para conseguirem lugar.

A Câmara é localizada na Cinelândia, Rio de Janeiro/RJ.



quinta-feira, 2 de março de 2017

Menino 23 em Brasília

Irei a Brasília, para debater o filme "Menino 23", nos dias 13 e 14 de março:
13 de março - 14h: Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil - OAB (não aparece no cartaz)
13 de março - 19h: Sindicato dos Bancários
14 de março - 19h: Instituto Federal de Brasília - IFB



quarta-feira, 1 de março de 2017

Amor e Sexo - 02/03


Oi, pessoal!

Enfim, nesta 5ª feira, 2 de março, será exibido o programa "Amor e Sexo", na TV Globo, sobre identidades de gênero e orientações sexuais!

Estou ansiosa para ver como ficou a edição final. Adorei a gravação (pra quem não sabe, fui convidada, dei orientações prévias e durante, mas não respondi nenhuma pergunta no programa. Não sei se vocês me verão na plateia)!

Creio que o produto final será esclarecedor, fundamentalmente inclusivo, sem deixar de ser bonito e bastante divertido!

Saibam mais em: http://gshow.globo.com/tv/noticia/amor-sexo-discute-identidade-de-generos-e-todas-as-formas-de-amor.ghtml

domingo, 26 de fevereiro de 2017

Fórum Corpo: Artigo Indefinido - Rede Globo


No dia 21 de março estarei nos Estúdios Globo, para ministrar capacitação sobre gênero, voltada a profissionais criativos da emissora e convidados!

terça-feira, 21 de fevereiro de 2017

Curso de Extensão "Feministas nas Trincheiras da Resistência"


CURSO DE EXTENSÃO “FEMINISTAS NAS TRINCHEIRAS DA RESISTÊNCIA”

“Feministas nas Trincheiras da Resistência” é um curso de extensão, em nível introdutório, sobre histórico, fundamentação teórica básica e aplicações práticas do Feminismo, com foco nos feminismos contemporâneos, a ser ofertado a mulheres da região metropolitana do Rio de Janeiro, considerando a conjuntura local de lutas feministas.

Público-Alvo: Mulheres da região metropolitana do Rio de Janeiro (será considerada apenas a identidade de gênero: bastará se reconhecer como mulher para poder concorrer a vaga).

Limite máximo de vagas: 30 (trinta).

PRÉ-REQUISITO PARA SELEÇÃO: Apresentação de relato descrevendo os motivos de seu interesse no curso e quais são suas expectativas com o mesmo. Essa exposição de motivos será avaliada. Serão selecionadas as candidatas que indicarem maior engajamento para participação nas atividades.

10 aulas presenciais semanais, às quartas-feiras, das 16h às 18h, com exceção da Aula Inaugural, prevista para ocorrer das 18h às 20h.
Aulas à distância: 2 horas semanais de leituras, vídeos e atividades no AVA.
Carga horária total: 40 horas.

Inscrições até as 18 horas de 2 de março de 2017
Divulgação das participantes selecionadas: 03 de março de 2017

Início do curso (Aula Inaugural): 08 de março de 2017
Previsão de término do curso: 24 de maio de 2017

Objetivo Geral: Introduzir mulheres na discussão teórico-metodológica de diferentes linhas de pensamento e ação feministas, contextualizadas pelas práticas de mulheres feministas.

AVALIAÇÃO: Ao longo do curso, as participantes registrarão suas experiências e percepções, o mais detalhadamente possível, em um Caderno de Bordo, que as acompanhará durante a formação. O registro sistemático das trajetórias e experiências no referido caderno, no qual se deverão apresentar reflexões acerca de situações-problemas apresentadas, constituir-se-á no principal dispositivo para acompanhamento pedagógico e avaliação individual das cursistas.

INSCRIÇÕES AQUI:
https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSfNilFliUgqSWKft3QapQclIpSPR0UpbsigPa5Cpxu6iD5RLQ/viewform

Coordenadora: Profa. Dra. Jaqueline Gomes de Jesus
Instituto Federal do Rio de Janeiro - IFRJ Campus Belford Roxo

segunda-feira, 20 de fevereiro de 2017

Psicologia Social e Movimentos Sociais - 500 leituras

Meu artigo "Psicologia Social e Movimentos Sociais: Uma Revisão Contextualizada", publicado pela revista Psicologia e Saber Social (UERJ, 2012), alcançou 500 leituras por meio da plataforma ResearchGate.


Você pode lê-lo na página original:
http://www.e-publicacoes.uerj.br/index.php/psi-sabersocial/article/view/4897

Ou em:
http://www.researchgate.net/publication/235653000_Psicologia_Social_e_Movimentos_Sociais_Uma_Revisao_Contextualizada

sexta-feira, 10 de fevereiro de 2017

O Princípio da Integralidade no Enfrentamento à Patologização no Processo Transexualizador

 
Palestra "O Princípio da Integralidade no Enfrentamento à Patologização no Processo Transexualizador"
Profa. Dra.
Jaqueline Gomes de Jesus
Instituto Federal do Rio de Janeiro - IFRJ Campus Belford Roxo

Evento destinado à comunidade externa e ao público universitário.

Data: 11 de fevereiro, sábado
Local: Auditório I do Instituto de Educação (IE) - Universidade Federal do Mato Grosso (UFMT), Cuiabá
Horário: 09h

quinta-feira, 9 de fevereiro de 2017

Rosas Negras - Natas em Solos

Rosas Negras - Natas em Solos
Homenagem a todas as mulheres negras!
Solo de Fabíola Nansurê
Direção: Diana Ramos
Click: Andréa Magnoni - Fotos com Alma

#FotosComAlma #NatasEmSolos #RosasNegras

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2017

SEMINÁRIO POLÍTICAS CULTURAIS - DIVERSIDADE E DIREITOS: Arte, Política, Saberes, Existências e Resistências

 
Parabéns ao SESC Mato Grosso pela realização desse belíssimo evento!

Ansiosa para encontrá-los na sexta-feira, 10/02, nesta mesa:
18h30 às 20h30 - CineSesc
Transgener(al)idades: arte, vida e Resistência | Jaqueline Gomes de Jesus (RJ) | MC Linn Da Quebrada (SP) | Miro Spinelli (PR)
Mediação: Vicente Tchalian (MT)


Saiba mais em https://www.facebook.com/events/1432157236795121/?ti=cl

terça-feira, 17 de janeiro de 2017

O QUE FAZER (E O QUE NÃO FAZER) AO PRESENCIAR UM ATO DE TRANSFOBIA?*

Independente de sua identidade de gênero (se você é cis ou trans), está lá você na rua e de repente vê uma pessoa sendo violentada (assediada, insultada ou agredida) por ser trans.

O que fazer (e o que não fazer), tentando garantir ao máximo a sua segurança e a dela?

FAÇA

1) Avalie o entorno:
* Há pessoas próximas que possam ajudar? Chame-as!
* Confira se você e a pessoa ameaçada podem se deslocar para um local mais seguro.

2) Torne sua presença conhecida:
* Faça contato visual com a pessoa sendo assediada e, se possível, sinalize se ela precisa de ajuda;
* Tente se mover próximo(a) à pessoa ameaçada. Caso sinta que é arriscado, mantenha alguma distância, porém mantenha-se visível.

3) Tente averiguar se a pessoa realmente precisa de ajuda:
* Pergunte, por exemplo: "Você precisa de ajuda?", "Ele está te ameaçando?", "Você quer que ele te deixe em paz?";
* Respeite se a pessoa assediada demonstrar que está resistindo do jeito dela, não a tutele!
* Pergunte à pessoa ameaçada se você pode gravar o que está acontecendo;
* Siga a pessoa após o incidente e pergunte se ela precisa de ajuda.

NÃO FAÇA

1) NADA:
* O SEU SILÊNCIO É CONIVENTE COM A VIOLÊNCIA! É uma forma indireta de apoio à transfobia, porque demonstra ao agressor que a vítima está isolada, por isso é perigoso!
* Se você estiver nervosa(o) demais para falar algo, mova-se e olhe para a pessoa ameaçada tentando se comunicar com seu corpo.

2) Não fale, nem aja, como se fosse policial, se você não for!

3) Não piore a situação, criando embates diretos com o agressor. Ele pode ficar mais agressivo.

Se você considera que são necessárias outras ações, ou que haja alguma orientação incorreta, argumente nos comentários.

---
* Adaptei, tentando considerar a realidade brasileira, de "Do's and Don'ts for Bystander Intervention", disponível em: http://tinyurl.com/zfy4z3s

Bandeira do Orgulho Trans

segunda-feira, 16 de janeiro de 2017

Dica para pessoas cis (você que não é trans):

JAMAIS PERGUNTE A UMA PESSOA TRANS SE ELA É OPERADA OU NÃO!

É um insulto, uma enorme falta de educação.
Isso é assunto que só interessa a quem convive intimamente com a pessoa.
Você acha normal alguém que você acabou de conhecer lhe perguntar como é o seu órgão genital? Então por que pergunta isso para uma pessoa trans?
Não faça isso.
Não interessa saber, não acrescenta nada no seu conhecimento sobre a pessoa, só evidenciará que você genitaliza pessoas trans e as reduz a uma "cirurgia".


domingo, 15 de janeiro de 2017

Tempero da Diversidade: VISIBILIDADE TRANS

O Instituto Federal do Rio de Janeiro - IFRJ Campus Belford Roxo está preparando vídeos deliciosos (literalmente) sobre trabalho e relacionamentos afetivos de mulheres trans, a serem lançados online em 29 de janeiro, Dia Nacional da Visibilidade Trans!
☺ Em breve, notícias oficiais!
Enquanto isso, veja alguns bastidores da gravação que fizemos com a gloriosa Kakau Ferreira, militante da Baixada Fluminense, que trabalha na Fiocruz e participa do Conselho dos Direitos da População LGBT do Rio de Janeiro!
💖 #TemperoDaDiversidade




ANTONIETA

O documentário "Antonieta" aborda a trajetória de Antonieta de Barros (1901-1952), professora, cronista, feminista e que, em 1935, tornou-se a primeira mulher negra a assumir um mandato popular no país:


Você também pode assistir este depoimento em https://youtu.be/Ut4-Sb3YkRI

sexta-feira, 13 de janeiro de 2017

O amor é maior do que eu e você! Compreende isso, profundamente, quem se ama.

O amor é maior do que eu e você!
Compreende isso, profundamente, quem se ama.

sábado, 7 de janeiro de 2017

Eu sou uma pessoa feliz!


Bom dia! 

Quero dizer que, por nenhuma razão específica, estou feliz: eu sou uma pessoa feliz!

Desejo compartilhar um pouco da minha felicidade, mesmo que virtualmente, porque creio que isso poderá ser um alento para alguém, um sopro de carinho!

Curta sua vida como puder, ela é a joia mais rara do universo.

Tira seu coração do esconderijo e bota ele pra pegar Sol! 

Beijas e ótimo finde pra todas e todos!

Violência transfóbica e movimentos de afirmação identitária no Brasil: desafios e possibilidades

Leia o paper em http://tinyurl.com/j93a2o4